Internet: uma arma poderosa a favor da política
A abrangência e a rapidez das informações que são colocadas na web já foram descobertas pelos marqueteiros de campanhas políticas – e isso já faz algum tempo. Afinal, nenhum outro meio promove campanhas tão abertas quanto a internet; as ferramentas oficiais e não oficiais oferecem, além de informação, interatividade. Nas eleições municipais em Pelotas a tendência não foi quebrada: tanto no primeiro como no segundo turno, a internet seguiu líder das campanhas.
O webjornalismo teve destaque apresentando as pesquisas e o andamento das eleições. Além disso, a internet foi a protagonista do dia da votação, já que foi através dela que muita gente acompanhou voto a voto os resultados finais. O site clicrbs foi um dos mais acessados para este fim. A agilidade e a objetividade de informações fizeram com que a web fosse um instrumento apropriado àqueles eleitores que precisaram se informar com rapidez a respeito do que acontecia no processo eleitoral. Além disso, os sites oficiais de cada candidato – principalmente os dois do segundo turno – serviram como um diário de bordo dos políticos. Cada passo de campanha era publicado na página, que, por ser oficial, tinha a terminação “can.br".
Em especial no segundo turno, o que teve um papel especial foram os meios informais – ou não oficiais –, através dos quais “eleitores comuns” puderam expressar suas preferências políticas. Os mais fervorosos podiam gritar aos quatro ventos virtuais: “VOTO NESTE, VOTE VOCÊ TAMBÉM”. Afinal, dispunha de MSN, Orkut, blogs, e-mail e tudo mais. A interatividade possibilitada às repostas e discussões dentro desses instrumentos foi notoriamente importante em todo processo eleitoral.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
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